Nos últimos anos, milhares de famílias constituíram holdings patrimoniais com o objetivo de organizar a sucessão, proteger o patrimônio e centralizar a administração dos imóveis.
Essas estruturas continuam sendo extremamente importantes.
No entanto, a Reforma Tributária faz surgir uma nova necessidade: reavaliar se a estrutura continua adequada para os próximos anos.
Isso não significa que todas as holdings precisarão ser alteradas.
Mas será importante analisar alguns pontos:
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como serão tributadas as receitas de locação;
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quais documentos fiscais passarão a ser exigidos;
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quais impactos poderão ocorrer sobre a exploração econômica dos imóveis;
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se o modelo societário atual continua eficiente diante da nova legislação.
Outro aspecto relevante é que o cronograma publicado pela Receita Federal já prevê, a partir de dezembro de 2026, a implantação dos documentos fiscais para operações relacionadas à locação, cessão onerosa e arrendamento de imóveis.
Isso demonstra que a implementação da Reforma Tributária já começou também para quem administra patrimônio imobiliário.
Mais do que nunca, holdings patrimoniais deverão acompanhar a regulamentação e manter seus processos atualizados.
Planejamento continua sendo a melhor estratégia.